Anistia de Caixa 2: Ato Falho na política

Se Ato Falho é referir-se inconscientemente à própria culpa, os políticos de esquerda entregaram-se “sem querer querendo”.

Para fugir de punições por crimes políticos deputados esquerdistas articulam retorica sofistica sobre alteração das 10 medidas contra a corrupção proposta pelo Ministério Público com apoio popular.

10 medidas contra a corrupção

Comissão Especial da Câmara vota parecer da PL 4.850/2016
Brasília – O relator da comissão, Onyx Lorenzoni e o presidente da comissão, Joaquim Passarinho durante a votação (Fabio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil)

10 Medidas contra a Corrupção

MP sugeriu um conjunto de 10 medidas contra a corrupção que recebeu apoio popular com abaixo assinado. Algumas igrejas evangélicos colheram assinaturas apoiando a medida que chegou a discussão no Congresso Nacional.

Dentre as medidas previstas está a punição pela prática de Caixa 2 eleitoral o que deixou muitos políticos preocupados, especialmente o pessoal do PSOL e da REDE que arranjaram mais uma discussão inútil para atrasar a votação, coisa que são especialistas em fazer.

Apesar de qualquer pessoa com o mínimo de noção de seus direitos saber que “caixa 2” é apelido para fraude de sonegação e que, conforme a Constituição “a lei não retroagirá, salvo para beneficiar o réu” alguns deputados tentam fazer da proposta um Frankenstein para salvar a própria pele.

PSOL e REDE atrasam votação

O presidente da Câmara afirmou que não podem legislar sobre ‘caixa 2’ pois é crime não tipificado. Ora se ‘caixa 2’ eleitoral não é tipificado simplesmente por ser um apelido, o que os sonegadores vão dizer?

Se a lei não pode ser aplicada retroativamente, não existe motivo para políticos de esquerda inserir na lei anticorrupção um artigo falando do óbvio ululante. Vão ficar repetindo a Constituição devido a que motivo?

A retórica esquerdista contra o Brasil

Sendo que a inserção do “novo artigo” é inócua, logo depreende-se alguns motivos psicológicos para a proposta e da briga inútil emplacada pelos, igualmente “úteis” PSOL e REDE.

  • Criar um ambiente de discussão para desviar a atenção da população enquanto manipulam a proposta do povo. Foi assim que o PSOL e a REDE se mantiveram em evidência até hoje sem fazer pouco ou nada de efetivo pelo povo.
  • O PSOL e REDE fingem oposição, mas, pelo histórico esquerdista, desejam apenas gerar um atraso na votação a partir do uso da retórica vazia para impedir a votação em prazo hábil.
  • Demonstra claramente a culpa esquerdista, pois de tão culpados, sentem a necessidade de repetir o óbvio para proteger-se das consequências dos próprios atos.

Até quando a esquerda manterá sua prática sofística na política brasileira?

Isso nos faz lembrar de o provérbio de Salomão que diz “Quando os justos governam, alegra-se o povo; mas quando o ímpio domina, o povo geme”(Provérbios 29.2)

Fontes:

http://agenciabrasil.ebc.com.br/politica/noticia/2016-11/camara-aprova-urgencia-para-projeto-anticorrupcao-e-inicia-votacao

http://www.dezmedidas.mpf.mp.br/

Sobre Marco Teles 182 Artigos
Formado em Teologia e Pedagogia, pós-graduado em Ensino Religioso, Neurociência Pedagógica, Comunicação e Oratória. Praticamente um "coxinha fundamentalista". Educador Religioso da Igreja Batista em Icaraí, Terceira Igreja Batista em Trindade e Diretor do Ministério Infanto Juvenil na Primeira Igreja Batista de Niterói, não exatamente nesta ordem e tempo. Meu princípio básico é servir a Deus, mesmo de forma incompreensível ao homem mundano, pois não existe comunhão da luz com as trevas. Por isso mesmo continuo pregando o Evangelho, para trazer mais pessoas à comunhão com Deus.

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