Cores do Halloween e o 666

As cores do Halloween apontam para o anticristo. Existe um número matemático que é considerado uma constante de perfeição, este é chamado de número fi e seu valor é aproximadamente 1,618. Por outro lado existe o anti-fi, considerado por oposição o número da imperfeição, seu valor é -0,808 aproximadamente.

As cores do Halloween – entendendo um pouco de harmonia

Uma curiosidade sobre o anti-fi é que ele é exatamente o resultado do calculo do seno de 666. Ora se o fi é o número da perfeição e encontrado em toda a criação, logo o anti-fi indica uma anticriação. O 666 é na verdade um simbolo de tudo aquilo que se opõe a Deus.

Se você usar o fi, ou número de ouro, poderá realizar excelentes composições visuais. Cartazes de cinema, obras de Michelangelo e Da Vinci usaram o número de ouro para sua composição. A maioria dos logotipos de grandes marcas utilizam o número de ouro para produzir belas imagens. Até a fotografia no cinema obedece o número de ouro na composição das imagens.

A música também usa o número fi em sua versão da sequência de Fibonaci. Se você souber o suficiente de música e aplicar a sequencia de Fibonacci em suas composições verá do que estou falando. Você também pode baixar uma partitura e analisá-la matematicamente que verá uma relação entre a música e o número matemático da proporção de harmonia entre as coisas.

Existe um excelente video do designer Walter Matos que explica o número de ouro nas artes visuais. Aconselho que veja este vídeo caso não tenha ouvido falar do número de ouro. Não é meu objetivo extender esse assunto, pois meu foco é espiritual.

As cores do Halloween são representação do anticristo.

Aplicando o número de ouro à escala de cores você obterá, sempre, cores que combinam exatamente como a natureza que Deus criou. Aplicando o anti-fi, as cores resultantes são as cores do Halloween, ou seja, combinações não encontradas, geralmente, na natureza. Parece estranho? Na verdade é matematicamente proposital.

Você pode usar um programa de edição gráfica como o Inkscape, Gimp ou Photoshop para fazer essa experiência. Como meu objetivo é apenas mostrar as cores para fundamentar o argumento, não mostrarei o uso do programas. Entretanto, você pode encontrar tutorais por toda a internet sobre o uso desses programas.

Para ilustrar ou usar um padrão de combinação de cores. Existem os padrões CMYK, RGB e HSL. Vou usar o HSL pois facilita a pesquisa e a reprodução por curiosos. O HSL é formado pela cor em si, pela saturação e pelo brilho da cor. Começaremos com a cor 0 que é o preto, a essa cor adicionaremos valores de Fi na primeira combinação e valores de Anti-Fi na segunda combinação.

cores fi e anti fi

As cores do halloween e a estética do mal

Olhando para a figura abaixo você verá que existe uma combinação mais próxima a da natureza na sequência de Fi e uma muito menos natural na sequência de Anti-Fi. Sendo o Anti-Fi oposto ao Fi e ao mesmo tempo o seno de 666, podemos dizer que a estética do Anti-fi é uma estética que representa o inverso da criação.

Tal estética, obviamente, é simbólica, mas o homem é um ser simbólico. Através da estruturação da realidade com uma estética anti-natural as pessoas e, especialmente, as crianças, são seduzidas para uma estética oposta a harmonia de Deus.

Talvez alguns digam “Ah, não tem nada a ver” ou digam “o cara é louco”, mas lembre-se que a Bíblia diz que o número da besta estaria nas mãos e na testa das pessoas. Isso representa suas ações e pensamentos. Nossas ações e pensamentos são guiados por um senso estético. Se corrompem nosso senso estético, podem corromper a moral.

A intenção de corromper a estética visa corromper a moral judaico cristã. O halloween é de origem pagã e anticristã, portanto, deixar que nossas crianças se sujeitem a essa estética é no mínimo perigoso. Liberte seus filhos da influencia do mal buscando cultivar uma estética cristã. Fuja da estética do mal antes que a moral que seu filho herdará se perverta e seja tarde.

Sobre Marco Teles 182 Artigos
Formado em Teologia e Pedagogia, pós-graduado em Ensino Religioso, Neurociência Pedagógica, Comunicação e Oratória. Praticamente um "coxinha fundamentalista". Educador Religioso da Igreja Batista em Icaraí, Terceira Igreja Batista em Trindade e Diretor do Ministério Infanto Juvenil na Primeira Igreja Batista de Niterói, não exatamente nesta ordem e tempo. Meu princípio básico é servir a Deus, mesmo de forma incompreensível ao homem mundano, pois não existe comunhão da luz com as trevas. Por isso mesmo continuo pregando o Evangelho, para trazer mais pessoas à comunhão com Deus.

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