Dia da Consciência Transparente

O Bom Samaritano. Pintura de George Frederic Watts

A mídia secular noticiou hoje “População que se declara preta cresce 14,9% em 4 anos no Brasil, aponta IBGE”. Isso não é de se estranhar, afinal, é muito vantajoso se declarar de uma dita minoria étnica. A legislação abre tantas vantagens que seria tolice alguém se declarar branco no Brasil se pudesse se declarar “não branco” ou não declarar sua cor.

Isso é resultado de campanhas racistas movidas por movimentos afro nazistas que dominam as faculdades e a politicagem dos partidos que envergonham a nação.

Os movimentos que pregam a “dívida histórica da elite branca para com a população negra” segue o mesmo raciocínio de Hitler que gerou a Segunda Grande Guerra Mundial. A única diferença é que os credores da “dívida histórica” não são mais os alemães prejudicados na Primeira Grande Guerra Mundial, mas é exatamente a mesma estratégia.

O livro “O Inverno de Praga” de Madaleine Albrigt conta a artimanha da dívida histórica na Segunda Grande Guerra Mundial com detalhes.

Não devemos esquecer que os grupos afro nazistas são socialistas assim como Hitler e, quase a totalidade deles parece ser membro de algum “Partido dos Trabalhadores” assim como Hitler transformou sua causa trabalhista no Nacional Socialismo nazista. Ou seja, ambos os militantes tem a mesma orientação ideológica e usam a mesma estratégia da “dívida histórica” só mudam o nome do oprimido que “defendem”. Na verdade só desejam colocar um cidadão contra o outro.

Deveria existir o Dia da Consciência Transparente ou Invisível, pois consciência não tem cor, mas não existe.

Os militantes preferem rotular as pessoas. Somos todos brasileiros e, entre brasileiros, não existem diferenças raciais. As diferenças estão sendo plantadas por grupos afro nazistas através da retórica da “dívida histórica” vitimista que é premiada em dispositivos legais. Muitas pessoas imaturas acabam aceitando e praticando o discurso de ódio dos afro nazistas.

Jesus foi contrário ao racismo. Os militantes do partido dos fariseus odiavam os samaritanos, exatamente por uma dívida histórica.

Quando os judeus foram exilados de Israel alguns que restaram miscigenaram-se a outros povos formando os samaritanos. Os judeus que voltaram, viram aquele povo dominando uma região que lhes pertencia e julgaram-se vitimados pela história. Esses judeus eram os fariseus. Sendo defensores de uma “dívida histórica” dos samaritanos contra eles, os fariseus são a representação perfeita dos afro nazistas de hoje. Os samaritanos são o contrário dos afro nazistas.

Jesus mostrou que os samaritanos eram mais nobres do que os militantes do partido dos fariseus.

Os samaritanos viviam a sua vida sem questionar quem era mais merecedor de ser judeu ou não. Muitos brasileiros vivem da mesma forma que os samaritanos, mas os afro nazistas vivem como os fariseus.

Afro nazismo é farisaísmo. Os fariseus são o modelo de tudo que não presta na política pois mataram a Jesus, logo, os afro nazistas não nos levarão a lugar nenhum com suas ações de separação entre o povo brasileiro.

Se você é um cristão não seja um fariseu afro nazista, seja um crente como um bom samaritano. O povo brasileiro deveria se identificar mais com o bom samaritano, sem cor, sem raça e sem dolo, mas parece que por desejo de usufruir vantagens, por manipulação da mídia ou bobice, alguns preferem concordar com os afro nazistas.

Devemos ser nobres espiritualmente, não devemos declarar nada somente pensando em obter vantagens, mas pensando em cumprir a vontade de Deus. A vontade de Deus é que todos vivam em união seja de qualquer cor. Para viver em união é necessário cultivar perdão, inclusive “histórico” e nunca um rancor “histórico”, pois os nazistas e fariseus cultivaram esse rancor histórico e já sabemos como acabou.

Deus liberte nossa nação da politicagem racista afro nazista e nos encha do Espírito Santo e amor ao próximo, independente da cor da pele.

Sobre Marco Teles 182 Artigos
Formado em Teologia e Pedagogia, pós-graduado em Ensino Religioso, Neurociência Pedagógica, Comunicação e Oratória. Praticamente um "coxinha fundamentalista". Educador Religioso da Igreja Batista em Icaraí, Terceira Igreja Batista em Trindade e Diretor do Ministério Infanto Juvenil na Primeira Igreja Batista de Niterói, não exatamente nesta ordem e tempo. Meu princípio básico é servir a Deus, mesmo de forma incompreensível ao homem mundano, pois não existe comunhão da luz com as trevas. Por isso mesmo continuo pregando o Evangelho, para trazer mais pessoas à comunhão com Deus.

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