Educação foi destruída no Brasil: Por quem?

Paulo Freire: o carrasco fala mansa da educação brasileira
Paulo Freire: o carrasco fala mansa da educação brasileira

A Educação foi destruída no Brasil.

Algumas pessoas não concordam que a ideologia de esquerda desgraçou a educação no Brasil. Neste artigo pretendo mostrar pelo menos uma prova de que a ideologia de esquerda faz doutrinação ideológica e policiamento politicamente correto na ação docente e discente.

Observam-se os resultados da educação e coloca-se toda a culpa na infraestrutura

como se condições materiais fossem o principal para a educação de qualidade. Muitas pessoas inteligentes começaram sua educação básica em baixo de árvores ou lugar pior, logo, infraestrutura não é fator determinante, embora, importante.

O grande problema na educação brasileira é a política que faz proselitismo ideológico nas escolas, especialmente com professores de ciências sociais. Isso ocorre desde o tempo do regime militar ou até antes.

Uma das provas que podem ser verificadas são a ênfase no ensino do marxismo

como doutrina libertadora nos cursos de licenciatura. A figura do pedagogo Paulo Freire é tida como “um santo” da educação brasileira. Paulo Freire não é nada que parece a primeira vista e isso se deve a leitura tendenciosa oferecida aos estudantes.

Nos cursos de licenciatura é praticamente obrigatório ler o livro “Pedagogia do Oprimido” como obra marcante na educação. Quem lê tal livro com a predisposição de acha-lo o máximo após a propaganda do professor vai acha-lo o máximo. O livro foi escrito num discurso grandioso que esconde ideias perversas como a ideologia de gênero e o processo de embrutecimento do intelecto nacional impetrado pela esquerda.

Por exemplo, sabe-se que não existe aprendizagem sem memória.

O ensino tradicional no Brasil focava em memorização de coisas úteis e práticas para uma evocação propícia e fácil quando necessário. A esse processo de evocação eficiente de um conhecimento chama-se prontidão mental.

Quando Paulo Freire criticou o cultivo da memória de dados importantes e implantou a ideia de conhecimento dialógico cortou a educação pela raiz. Paulo Freire chamava a educação pela memorização de fatos e dados essenciais de educação bancária. Isso pareceu adequado, pois ninguém gostava dos bancos e de sua usura ao mesmo tempo em que transferia suas reservas ao sistema bancário para o processo educacional.

Não cultivar a memória de uma criança no ensino fundamental gera um prejuízo irrecuperável

para toda a vida do cidadão. Na infância nosso cérebro faz a maior parte das conexões entre ideias e também se desenvolve fisicamente formando ligações entre neurônios e produzindo neurônios. Esse é o momento certo para exercitar a memória de coisas necessárias para a vida. A pedagogia freireana cortou a possibilidade de nossas crianças crescerem com repertório memorizado e memorável.

Essa pedagogia defende o construtivismo, isto é, ensina-se sem ensinar, simplesmente conduzindo as crianças na exploração dos conteúdos escolares de forma lúdica. É uma ideia tentadora para as pessoas mais sensíveis, porém é um erro grave.

Para que o processo defendido pelo construtivismo seja real é necessário que a criança possua repertório mínimo.

A memorização de certos conteúdos é o repertório que permitiria a educação construtivista, caso fosse real, entretanto, ao eliminar a memorização de repertório cria-se pessoas incapazes de pensar com uma base sólida.

Tudo isso graças ao livro “Pedagogia do Oprimido” que colocou todos os estudantes em papel de coitadinhos e não de agentes responsáveis pela própria educação, mesmo que sejam crianças.

Talvez você duvide, pois leu a “Pedagogia do Oprimido” e achou uma maravilha. Entendo sua situação, mas o que acontece é que você leu Paulo Freire na ordem inversa. “Pedagogia do Oprimido” foi escrito como propaganda de ideias de esquerda. Para conhecer Paulo Freire você precisa ler o que ele produziu depois que a esquerda ganhou o poder.

Você deve ler Freire, especialmente, começando pelos discursos que Freire fez

em universidades da América Latina após o fim das ditaduras militares. Só assim você verá o viés ideológico marcante, do contrário, perderá seu tempo lendo a propaganda da “Pedagogia do Oprimido”.

Quando lemos os discursos de Freire vemos seu interesse maior em defender uma ideologia do que em mostrar amor pelas crianças como uma “educação amorosa”. Este homem que pregava uma educação amorosa é o mesmo que divulgou a ideia de que se aprende com os erros para justificar os crimes do comunismo como processo de aprendizado dos movimentos de esquerda. A matança de milhões de pessoas nos governos comunistas, para Freire, foi um aprendizado pelos erros.

Enfim, a ideologia de esquerda desgraçou a educação brasileira

e o responsável pela divulgação da desgraça foi Paulo Freire. Não se deixe doutrinar por professores mal intencionados, comece a leitura de um autor pelas publicações do período de maior sucesso de suas vidas e não no período de propaganda. É no período de sucesso que o homem mostra o seu verdadeiro caráter perante a vida. O caráter de Paulo Freire não foi boa coisa e, não por acaso, é fundador do PT o partido que mais roubou do Brasil para favorecer regimes ditatoriais bolivarianos e comunistas pelo mundo afora.

Sobre Marco Teles 182 Artigos
Formado em Teologia e Pedagogia, pós-graduado em Ensino Religioso, Neurociência Pedagógica, Comunicação e Oratória. Praticamente um "coxinha fundamentalista". Educador Religioso da Igreja Batista em Icaraí, Terceira Igreja Batista em Trindade e Diretor do Ministério Infanto Juvenil na Primeira Igreja Batista de Niterói, não exatamente nesta ordem e tempo. Meu princípio básico é servir a Deus, mesmo de forma incompreensível ao homem mundano, pois não existe comunhão da luz com as trevas. Por isso mesmo continuo pregando o Evangelho, para trazer mais pessoas à comunhão com Deus.

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