Ideologia de Gênero Danifica Crianças

O American College of Pediatricians convocou profissionais de saúde, educadores e legisladores a rejeitarem a ideologia de gênero com base em fatos científicos.

Para a instituição a imposição de tratamento a crianças para mudança sexual é abuso ideológico e político sem nenhuma base científica.

O documento é assinado por renomados pediatras membros diretores da instituição, dentre eles a Dra. Michelle A. Cretella, DR. Quentin Van Meter, e o Dr. Paul McHugh. Ao contrário dos defensores da ideologia de gênero foi criada ou fraudulentamente, ou propagada pela sociologia; os subscritores do instituto possuem formação em endocrinologia, pediatria e/ou psiquiatria, portanto, apresentam capacidade científica para pronunciamento.

Os fatos enumerados não são novidade, mas o peso de autoridade científica é relevante. Os fatos científicos contra a ideologia de gênero são os seguintes:

 

  • A sexualidade humana é biológicamente binária, pois existem apenas duas combinações que cromossomos que formam homem e mulher “XY” E “XX”. O propósito reprodutivo é biologicamente óbvio e auto evidente.
  • Ninguém nasce com o que as ciências sociais chamam de “gênero”, mas todos nascem com um sexo biológico. A ideia de “gênero” é uma mentalidade gerada pelas influências sociais. Mesmo com desordens de natureza sexual o sujeito será sempre biologicamente homem ou mulher. Não há terceiro sexo.

  • É desordem mental pensar ter um sexo diferente do biológico. A Desordem de Identidade de Gênero é reconhecida e a Disforia de Gênero pelo DSM-5 (Manual de Diagnóstico Estatístico) da Associação Americana de Psiquiatria. Isso nunca deixou de ser doença.
  • A puberdade não é doença e bloquear os hormônios da puberdade provoca doenças graves e deficiência no desenvolvimento.

  • Conforme o DSM-5 98% dos meninos e 88% das meninas com Disforia de Gênero aceitam o sexo biológico após a puberdade.

  • Crianças impúberes de 11 anos com Disforia de Gênero que recebem bloqueadores de hormônios tornam-se dependentes destes hormônios para manter aparência do sexo oposto. Essas crianças jamais poderão reproduzir geneticamente, mesmo com uso de tecnologia reprodutiva.
  • Os hormônios de mudança de gênero (testosterona e estrogênio) estão ligados a diversas doenças graves como enfermidades cardíacas, pressão alta, coágulos sanguíneos, derrame, diabetes e câncer.
  • A taxa de suicídio é 20 vezes maior entre pessoas que usaram hormônios para mudança de sexo, mesmo em países, como a Suécia, que incentivam a prática LGBTT.

Deixar que a sexualidade se desenvolva naturalmente na puberdade é a melhor forma de salvar 88% a 98% das crianças com Disforia de Gênero.

  • Conduzir uma criança à despersonalização sexual por via química ou cirúrgica é abuso infantil. Os profissionais que incentivam tal coisa produzem um futuro breve e cancerígeno para as crianças submetidas a bloqueio de hormônios.

Para maiores detalhes, consulte o documento em inglês nos links abaixo. Verifique o histórico de atualização dessa página no arquive.org pois uma futura direção da instituição favorável à ideologia de gênero pode corromper a verdade.

No site do Archive: https://web.archive.org/web/*/https://www.acpeds.org/the-college-speaks/position-statements/gender-ideology-harms-children
No site da American College of Pediatricians: https://www.acpeds.org/the-college-speaks/position-statements/gender-ideology-harms-children

Sobre Marco Teles 182 Artigos
Formado em Teologia e Pedagogia, pós-graduado em Ensino Religioso, Neurociência Pedagógica, Comunicação e Oratória. Praticamente um "coxinha fundamentalista". Educador Religioso da Igreja Batista em Icaraí, Terceira Igreja Batista em Trindade e Diretor do Ministério Infanto Juvenil na Primeira Igreja Batista de Niterói, não exatamente nesta ordem e tempo. Meu princípio básico é servir a Deus, mesmo de forma incompreensível ao homem mundano, pois não existe comunhão da luz com as trevas. Por isso mesmo continuo pregando o Evangelho, para trazer mais pessoas à comunhão com Deus.

Seja o primeiro a comentar

Faça um comentário

Seu e-mail não será divulgado.


*