O povo árabe é um perigo?

O povo árabe é um povo cativo de uma religião violenta e autoritária, o islamismo.

Maomé fundou essa religião por volta do século VII fazendo uma mistura de paganismo canaanita com ensinamentos judaicos. Maomé também instituiu como forma de propagação do islamismo a violência e a submissão de outros povos. O islã é uma religião de dominação e não uma religião de paz.

O povo árabe já foi uma grande civilização, mas com o incremento do islamismo sua influência atual se resume ao fornecimento de petróleo ao ocidente. Muitos conhecimentos da atualidade são devidos aos árabes antes do islamismo, ou pelo menos, no início do islamismo quando sua influência ainda não era tão devastadora na sociedade árabe. O conhecimento das obras filosóficas de Aristóteles estavam perdidas no ocidente, mas foram recuperadas pelos árabes que a trouxeram de novo para a Europa, sem contar em várias contribuições árabes para a astronomia e matemática. Entretanto, se hoje você procurar uma contribuição árabe para a ciência e sociedade moderna terá dificuldade em encontrar, pois o islamismo destruiu essa civilização.

O povo árabe não é formado apenas por muçulmanos, mas também por cristãos perseguidos por sua fé.

É bom lembrar que os cristãos perseguidos pelos terroristas islâmicos também são árabes que não negam a sua fé em Jesus. Existem vários cristãos árabes que não oferecem qualquer ameaça ao ocidente, ao contrário, só teriam a acrescentar. Entretanto, as políticas de imigração de governos de esquerda pouco dão atenção aos refugiados se forem cristãos, mas aceitam facilmente islâmicos que se buscam se infiltrar na sociedade para a dominação islâmica pelo casamento com mulheres ocidentais e multiplicação do islamismo pelo nascimento de filhos.

A sociedade europeia possui uma taxa de natalidade abaixo da aceitável o que facilitaria essa conquista islâmica.

Entretanto, árabes cristãos que se multipliquem na Europa ou no Brasil não oferecem nenhum tipo de ameaça, pois sua proliferação não tem finalidade de dominação, mas de ser assimilada e integrada à sociedade. Muitos comerciantes brasileiros são árabes cristãos que colaboraram para o crescimento da país sem nenhuma ameaça ao povo.

O povo árabe é visto por fanáticos olavetes como ameaça que deve ser banida, mas os evangélicos devem vê-los como um povo que precisa ser alcançado pelo evangelho de Cristo. É claro que ações de colonização religiosa devem ser vistas com muita cautela, mas devemos principalmente saber que, se a igreja de Cristo fizer a sua parte os árabes se converterão em massa. A maior ameaça ao islamismo é a pregação do Evangelho, por isso os islâmicos perseguem cristãos de forma tão feroz.

É obrigação dos evangélicos investir na evangelização do povo árabe para que a Palavra de Cristo sobrepuje as mentiras de Maomé.

Há notícias de conversões ao cristianismo nos países árabes através da obra de missionários que arriscam a própria vida para salvar a alma daquelas pessoas oprimidas pelo islamismo e pelo Diabo.

Devemos envidar esforços para evangelização e não para retaliação como querem os olavetes e afins. Obviamente, o controle de imigração deve ser feito com atenção, mas o maior controle de salvação das almas vem do Evangelho. Neste momento em que os políticos brasileiros se voltam contra a igreja evangélica ocorre um paradoxo: somente a mensagem bíblica pode libertar os islâmicos e integrá-los a sociedade, mas todos se opõem aos evangélicos, inclusive alguns católicos. A mensagem do catolicismo não é capaz de alcançar islâmicos, pois se baseia em filosofia e não nas Escrituras Sagradas. Oremos para que Deus fortaleça as igrejas evangélicas brasileiras para que possamos evangelizar o povo árabe em missões locais ou internacionais livrando-os, assim, da morte eterna.

Sobre Marco Teles 182 Artigos
Formado em Teologia e Pedagogia, pós-graduado em Ensino Religioso, Neurociência Pedagógica, Comunicação e Oratória. Praticamente um "coxinha fundamentalista". Educador Religioso da Igreja Batista em Icaraí, Terceira Igreja Batista em Trindade e Diretor do Ministério Infanto Juvenil na Primeira Igreja Batista de Niterói, não exatamente nesta ordem e tempo. Meu princípio básico é servir a Deus, mesmo de forma incompreensível ao homem mundano, pois não existe comunhão da luz com as trevas. Por isso mesmo continuo pregando o Evangelho, para trazer mais pessoas à comunhão com Deus.

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