Olavismo: Heresia político-filosófica

Sem Jesus não adianta colecionar livros.

Heresias filosóficas são muito comuns.

Atualmente, as pessoas preferem heresias filosóficas por vaidade. Querem parecer mais sábias que a maioria e acabam se enredando por heresias filosóficas que colocam os ensinos de Aristóteles acima das Escritura. Isso, quando não ocorre pior ainda de colocar os ensinos de Nietzche acima das Escrituras.

Não importa quão logicamente intrincada ou intelectualmente estimulante seja uma heresia filosófica, ela sempre será uma heresia. O catolicismo afastou-se das Escrituras quando decidiu seguir as filosofias, criando a heresia romanista de servir a conceitos filosóficos e não à Bíblia Sagrada.

O apóstolo Paulo que era homem instruído foi a Atenas e se espantou com a idolatria dos gregos (Atos 17.16 ss).

Estátuas de ídolos eram expostas por todos os lados e havia estátua para todo tipo de falso deus, entretanto, no medo de não atenderem a todos os deuses possíveis criaram um monumento “ao deus desconhecido”. Em Atenas tinham muitos filósofos que conheciam as escolas filosóficas estóica e epicurista, mas não conheciam o Deus verdadeiro.

Os estoicos se gabavam de ser extremamente controlados e de ter argumentos para tudo. Os epicuristas acreditavam que tudo o que se devia fazer era curtir a vida, com classe, mas curtir a vida, pois nada esperavam depois da morte.

Paulo e Silas começaram a pregar e os filósofos da cidade chamaram eles para discursar no Areópago, um lugar de debates e palestras. Paulo pregou o evangelho, falou da necessidade de conhecerem o Deus verdadeiro e eles ouviram até Paulo falar da ressurreição de Jesus Cristo.

Os filósofos de Atenas só ouviram Paulo até onde sua razão filosófica alcançava, mas quando Paulo foi mais fundo em assuntos espirituais eles despediram Paulo, com zombaria ou com atenção, mas não quiseram ouvir o que contrariava sua filosofia.

Atualmente o Brasil passa por uma heresia filosófica que arrebata os jovens para a apostasia.

Essa heresia é o olavismo. Para um olavete Jesus é apenas uma bandeira de luta, assim como um comunista usa o marxismo. Um olavete não acredita que uma vida temente a Deus é mais importante do que realizar o jogo malicioso da política. Eles pensam que vão mudar o Brasil pela ação política e filosófica, mas abandonam a vontade de Deus naquilo em que deviam ser mais fiéis para realmente alcançar bênçãos para o povo.

Graças a Deus alguns como Dionísio e Dâmaris, que estavam entre os filósofos acreditaram mais na palavra de Deus do que na filosofia (Atos 17.34). Isso indica que olavetes também podem se converter à fé no Deus vivo abandonando as doutrinas aristotélicas e anticomunistas que os afastam de uma verdadeira devoção a Deus e os torna incapazes de ver o amor de Deus que se manifesta a nós de maneira incompreensível para a vã filosofia, mas extremamente clara para aquele que tem o Espírito Santo de Deus.

Sobre Marco Teles 182 Artigos
Formado em Teologia e Pedagogia, pós-graduado em Ensino Religioso, Neurociência Pedagógica, Comunicação e Oratória. Praticamente um "coxinha fundamentalista". Educador Religioso da Igreja Batista em Icaraí, Terceira Igreja Batista em Trindade e Diretor do Ministério Infanto Juvenil na Primeira Igreja Batista de Niterói, não exatamente nesta ordem e tempo. Meu princípio básico é servir a Deus, mesmo de forma incompreensível ao homem mundano, pois não existe comunhão da luz com as trevas. Por isso mesmo continuo pregando o Evangelho, para trazer mais pessoas à comunhão com Deus.

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