Parada Gay com pires na mão

16/06/2017, As paradas gays não se sustentam sem apoio estatal, pois são eventos de caráter ideológico. A segunda maior parada gay do Rio ainda não conseguiu financiamento e apela para a ajuda da Riotur para captar patrocinadores.

Os organizadores reclamam da falta de apoio da prefeitura solicitando apoio da Riotur para angariar patrocinadores.

Apesar de afirmarem que não desejam dinheiro público para o evento, a Riotur, para captar patrocinadores precisa oferecer uma contrapartida estatal para os patrocinadores o que, no final das contas, vira financiamento público indireto.

As paradas gays são eventos de grupos particulares que tem sido custeados pelo Estado.

Em 2016 a prefeitura do Rio deu R$ 340 mil para a passeata de Copacabana. Eventos particulares devem ser custeados por particulares. O desinteresse privado demonstra a falta de representatividade da militância gay.

O discurso da dependência estatal, até para captação de recursos, demonstra que mesmo indiretamente o dinheiro público poderá ser usado como alguma espécie de incentivo aos possíveis patrocinadores.

Os patrocinadores só virão caso tenham algum interesse econômico atendido.

Para atender esse interesse econômico o próprio evento deveria ser economicamente viável. Como as paradas tem se mostrado economicamente inviáveis o único recurso deste evento particular é depender de dinheiro público mesmo que indiretamente.

Mesmo não sendo católico, sabe-se que a poucos dias ocorreu a festa de santo Antônio. Tal festa foi financiada por particulares que se identificavam com a finalidade do evento. A festa foi particular, financiada por particulares, e economicamente viável.

Em São Paulo a Marcha para Jesus, um evento particular, lotou as ruas da Zona Norte. Isso porque tal marcha representa um grupo particular que se patrocina e não depende de financiamento de uma Prefeitura para acontecer. Caso a prefeitura de SP tenha colaborado, o evento não deixaria de ser um sucesso sem a colaboração da prefeitura. O sucesso do evento está nos particulares que patrocinam o evento e não em apoio direto ou indireto de dinheiro público.

Se formos olhar mais detalhadamente, temos histórico de vários eventos evangélicos que mobilizaram milhares de pessoas no Rio de Janeiro sem comprometimento público. São eventos particulares, financiados por particulares que se identificam com a causa específica.

É hora de a Prefeitura verificar se um evento ideológico que não se sustenta financeiramente deve receber favorecimento estatal mesmo não representando a população. A falta de representação se verifica claramente pela insuficiência de patrocínio.

O dinheiro público ou incentivos públicos não devem ser usados para eventos que não tem a representatividade necessária para sustentar nem mesmo um evento festivo.

Essa ausência de patrocínio mostra claramente o caráter ideológico e o favorecimento dos governos de esquerda à agenda da ideologia de gênero que, sem financiamento dos nossos impostos, direta ou indiretamente, não se sustenta.

Sobre Marco Teles 182 Artigos
Formado em Teologia e Pedagogia, pós-graduado em Ensino Religioso, Neurociência Pedagógica, Comunicação e Oratória. Praticamente um "coxinha fundamentalista". Educador Religioso da Igreja Batista em Icaraí, Terceira Igreja Batista em Trindade e Diretor do Ministério Infanto Juvenil na Primeira Igreja Batista de Niterói, não exatamente nesta ordem e tempo. Meu princípio básico é servir a Deus, mesmo de forma incompreensível ao homem mundano, pois não existe comunhão da luz com as trevas. Por isso mesmo continuo pregando o Evangelho, para trazer mais pessoas à comunhão com Deus.

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