Pregação Bíblica: uma necessidade atual

Foto: Pixabay - Valorize a pregação bíblica
Foto: Pixabay – Valorize a pregação bíblica

Na década de 90 Hunt & McMarron previram uma sedução do cristianismo encabeçada pela psicologia. Alguns pastores, em busca de diferencial preferiam pregar psicologia do que a pregação bíblica. Isso continua até hoje e piorando.

Da psicologia passaram para o marketing de igreja e finalmente para o marxismo que reina nos cursos superiores. Com o reconhecimento de cursos de teologia, a necessidade de professores com mestrado e doutorado só piorou as coisas. Os mestres e doutores nas áreas de humanas são mentalmente formatados ao marxismo cultural.

A crise na pregação

Esses pastores marxistas criaram uma teologia da prosperidade que fugiu de seus intentos entre os irmãos pentecostais, mas insistiram entre os evangélicos históricos com a Teologia da Missão Integral. Eles dizem “não posso falar de Jesus para uma pessoa e deixá-la sofrendo”. Esquecem, no seu orgulho, que Jesus é o remédio para todo sofrimento.

No desrespeito à ação espiritual de satisfazer plenamente o homem surge toda heresia. Jesus satisfaz plenamente. Não precisamos de psicologia ou ideologia mundana para pregar o genuíno evangelho. O evangelho misturado é veneno mortal.

O resultado do abandono da pregação bíblica

Já começam a surgir igrejas que batizam sodomitas e afins dizendo-se “igrejas inclusivas” e isso ocorre entre os batistas. A Convenção Batista Brasileira é culpada disso. Quando políticos mundanos defendiam casamento gay, cartilha gay nas escolas é coisa semelhante à CBB não abriu a boca. Preferiu escrever um “manifesto” publicar no site e deixar para lá.

Precisamos voltar a ser o “povo do livro” ou melhor, “o povo Bíblia“. Nossos pastores querem ser tanta coisa, possuir tantos títulos, ser homens de tantos livros que não têm tempo mais para se dedicar à Bíblia Sagrada. Os batia precisam voltar a não ter vergonha de professar a sua fé perante o politicamente correto, pois o politicamente correto geralmente é pecaminoso ou amigo do pecado.

Deus não ama o pecado, mas ama o pecador. Muitas igrejas estão abandonando a pregação do evangelho para proporcionar entretenimento “Gospel” a seus membros. Estes não são tempos de descanso, são tempos de pregação acirrada. Precisamos de pregadores sem vergonha do Evangelho é que nunca se curvem ao mundo, pois é o mundo que precisa ser socorrido pela igreja e não o contrário.

Sobre Marco Teles 182 Artigos
Formado em Teologia e Pedagogia, pós-graduado em Ensino Religioso, Neurociência Pedagógica, Comunicação e Oratória. Praticamente um "coxinha fundamentalista". Educador Religioso da Igreja Batista em Icaraí, Terceira Igreja Batista em Trindade e Diretor do Ministério Infanto Juvenil na Primeira Igreja Batista de Niterói, não exatamente nesta ordem e tempo. Meu princípio básico é servir a Deus, mesmo de forma incompreensível ao homem mundano, pois não existe comunhão da luz com as trevas. Por isso mesmo continuo pregando o Evangelho, para trazer mais pessoas à comunhão com Deus.

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